Agostina Paés, turista e advogada argentina, está sob investigação por injúria racial contra um funcionário de um bar em Ipanema, no Rio de Janeiro. Após a repercussão do caso, ela revelou ter apagado suas redes sociais por medo das ameaças e ofensas que passou a receber. Na última sábado (17), a Justiça do Rio determinou a apreensão do passaporte dela e a imposição de medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica.
Segundo Agostina, a confusão começou após uma discordância sobre a conta do bar, que ela afirma ter pago integralmente. Ela também relatou que funcionários do local teriam provocado o grupo, gravando-os e tocando em partes íntimas, o que desencadeou sua reação. Apesar disso, a turista admitiu que não deveria ter se expressado da forma como fez.
De acordo com a Polícia Civil, o funcionário relatou ter sido alvo de ofensas racistas, com Agostina usando o termo “negro” de maneira pejorativa e fazendo gestos ofensivos, imitando macaco. As imagens do episódio foram gravadas e confirmam a atitude da turista. Ela já contratou advogado no Brasil, que pediu acesso às imagens das câmeras de segurança para a defesa. As investigações continuam para esclarecer os detalhes do caso.
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